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  LUISÃO, JORNALISTA RESPEITADO, NO COMANDO DA COMUNICAÇÃO DO PARLAMENTO CUIABANO  
  07/02/2013 - 16:29  
 A iniciativa daquele que contratou Luisão para comandar a Comunicação do parlamento cuiabano não poderia ter sido melhor nem mais feliz. 

 

A iniciativa daquele que contratou Luisão para comandar a Comunicação do parlamento cuiabano não poderia ter sido melhor nem mais feliz. Digo isso até porque, o periodista em tela é um dos mais competentes articulistas de política do nosso Mato Grosso. Egresso de Campo Grande/MS, Luis da Silva Acosta, aportou por estas paragens por volta de 1980 e desde então se enveredou na nossa imprensa, e no decorrer desses anos todos tem prestado inestimável trabalho à sociedade mato-grossense no exercício do seu ofício. Trabalhou em praticamente todos os veículos de comunicação da capital e criou uma legião de amigos entre os companheiros com quem vivenciou bons e difíceis momentos, especialmente no que se refere a uma justa remuneração. Mesmo assim, nem isso foi suficiente para fazê-lo abdicar daquilo que mais gosta de fazer com isenção, escrever sobre qualquer assunto que esteja na pauta que tem a cumprir no dia a dia do difícil ofício do jornalismo sério, verdadeiro, e confiável.
Eu, particularmente posso assegurar que fui o primeiro parceiro do Luis Carlos quando chegou em Cuiabá. Falando na primeira pessoa, eu poderia aqui digitar mil linhas para falar do companheiro de tantas jornadas na época em que lutávamos dia e noite para colocar nas bancas um jornal de vanguarda, o velho “QUARTO PODER”, um jornal analítico e crítico e sem peias nas pernas. A sede do jornal era na rua Comendador Henrique, onde também funcionava uma gráfica de nossa propriedade, que em síntese era quem dava sustança para colocar o jornal na rua. Foram tempos difíceis, mas inesquecíveis, Luis Carlos Acosta ainda não tinha crescido a ponto de ser alcunhado de Luisão, no entanto sempre esteve comigo lado a lado e em momento algum se queixou dos constantes atrasos da folha de pagamento. Luis Acosta e Figueiredo, outro inesquecível companheiro daqueles tempos, sempre se demonstraram solidários em todos os afazeres, tanto da gráfica quanto do jornal.  “O Figueira”, após o fechamento tanto da gráfica quanto do jornal, que foi empastelado por determinação expressa dos ocasionais donos do poder, que não poupava ninguém (era só cacete que rolava pra todos os lados), juntamente com todos nós ficamos impossibilitados de continuar na trincheira, e ai tivemos que debandar cada um por sua vez para lugares que nos forçaram a seguir caminhos diferentes. Agora me deparo com Luisão no comando da Secretaria de Comunicação Social da Câmara de Vereadores de Cuiabá, e eu claro, não poderia ter outra reação se não de regozijo pelo fato desse meu companheiro de tantos sofrimentos, privações e também decepções com grande parte dos agentes oficiais que adoram ter seus nomes estampados no cabeçalho das páginas nobres dos jornais, mas quando, eventualmente levam um esbarrão público, uma merecida carraspana deste ou daquele periodista independente, a primeira providencia que adotam é determinar que o sujeito seja processado ou diante da influência que possam possuir junto aos proprietários da publicação em que o profissional presta serviço, é que esse lacaio mande defenestrar o operário das letras, de preferência por justa causa. Tenho certeza que o Luisão para onde foi conduzido, agora por alguém com uma rara dose de bom senso e sabedoria política, vai prestar relevantes serviços no posto que ocupa na Corte Legislativa de Cuiabá. O que desejo dizer para o Luisão é que se mantenha altivo e decente como sempre foi no exercício do seu ofício, pois a meu ver, jornalista que dobra os joelhos e baixa a cabeça seja por pressão dos poderes ou se o patrão determinar que ele deve escamotear a verdade e adotar a mentira no seu texto, isso está fora do manual de comportamento de qualquer profissional sério e responsável. Seja a que titulo for, isso nunca! Nem mesmo em função, em última hipótese, se for o caso, da falta de suprimento alimentar para o sustento dos seus, se proceder assim, esse cara não é o cara definitivamente, pois jornalista que aceita tais intromissões no seu trabalho, não é jornalista e sim gigolô da miséria pública! Pois não é?
Ivaldo Lúcio      


Fonte: Da Redação



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