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  O JORNALISTA MUVUCA TEM QUE FICAR LONGE DUZENTOS METROS DO SENADOR PEDRO TAQUES. OXENTE. É ISSO MESMO?  
  28/03/2013 - 11:00  
 A pergunta é a seguinte: Em que país vive o nosso povo, e que regime político é este em vigência no Brasil? Democracia ou ditadura?  

 

A pergunta é a seguinte: Em que país vive o nosso povo, e que regime político é este em vigência no Brasil?

 Democracia ou ditadura?

       O questionamento acima procede, até por que, estamos todos nós assistindo uma verdadeira aberração jurídica.

       Observa-se que um determinado cidadão pelo fato de se encontrar exercendo temporariamente um mandato de Senador da República, ou seja, lá do que for, tem o direito de impedir que outro também e igualmente cidadão, mesmo sem o privilégio de ostentar um mandato eletivo, pelo fato de ser seu desafeto, não possa se aproximar da sua pessoa numa distância inferior a duzentos metros, nem tão pouco frequentar os mesmos lugares públicos que ele frequenta o que é isso?

       Lugares públicos o nome já diz, podem ser frequentados por qualquer cidadão independentemente de ordem judicial ou de qualquer natureza.

       É oportuno acrescentar que o Senador Pedro Taques e o Jornalista José Marcondes, o “Muvuca” já andam se rasgando na unha um ao outro, á bastante tempo. 

       Os motivos de tal desavença ainda não foram revelados, nem pelo senador nem pelo jornalista em tela, mais uma coisa é certa; ambos os senhores já são protagonistas de tal encrenca, arranca rabo, isso é de domínio público, e os mato-grossenses assistem de camarote essa peleja e ambos os beligerantes possuem o seu fã clube particular.

       Recentemente é de domínio público que o Senador Pedro Taques teria identificado o jornalista Muvuca, no auditório, lotado de pessoas que participavam com espectadores de uma audiência pública no Senado.

       Segundo o blog do jornalista Claudio Humberto, um dos mais lidos em Brasília, “o Senador apavorado com a presença do Jornalista José Marcondes, Muvuca, teria se escondido numa das dependências do senado, e acionado a segurança do Parlamento para lhe dar proteção”.

       Após toda essa presepada lá no Congresso Nacional, agora surge á notícia que o Senador entrou com mais uma ação na Justiça solicitando, que essa determine que o Muvuca não se aproxime dele numa distância menor que duzentos metros, ou que frequente os mesmos ambientes públicos em que ele esteja.

        A Justiça atendeu o desejo do Senador e se nada disso bastasse ainda determinou que o Muvuca seja submetido a um exame psiquiátrico  para se saber se o laudo médico atesta  sua sanidade mental, ou decreta que ele é pirado, doido de pedra, que rasga dinheiro, o que seria a prova provada da sua loucura.

       Agora falando na primeira pessoa pergunto eu; diante do que está acontecendo com o Muvuca, qual vai ser a atitude do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, da Federação Nacional dos Jornalistas, Ordem dos Advogados, e especialmente dos confrades aqui da província?

       Vale lembrar que diante do fato concreto que estamos todos assistindo, digo todos nós profissionais da imprensa escrita, falada, e televisiva, por certo estamos sujeitos a sofrer as mesmas consequências e passar pelo vexame o qual está passando o jornalista Muvuca, bastando para tanto, dizer que o sapato deste ou daquele político precisa ser engraxado, ou que a sua meia está furada, para ser impedido de frequentar os mesmos lugares em que tal autoridade possa estar momentaneamente.  

       Imagino que a ordem que determina que o jornalista José Marcondes não se aproxime do melindroso senador em uma distância inferior a duzentos metros, ou que esse não pode frequentar os mesmos lugares públicos onde eventualmente o senador esteja.

       Isso é uma decisão monocrática, preferencial, e que tal medida presumo eu, e presumir eu posso, essa não é uma decisão que atenda ao que determina a Constituição, á Carta Magna do Brasil votada em 88.

       Antes disso tal medida pode atender aos ditames de um bilhete de segunda classe, por que se trata sem sombra de dúvidas, de uma decisão corporativista.

       Em fatos dessa natureza não posso crer que o Magistrado seja incapaz de ocupar o alto cargo que ocupa por falta do seu saber jurídico, longe disso.

       Entendo que sentenças deveria ser objeto de debates de um colegiado, e no caso especifico, o Magistrado em foco poderia estar presidindo os trabalhos para ao final deliberar a favor ou contra aquilo que foi determinado pelo grupo de sábios na ciência jurídica.

       A verdade é que Muvuca foi rifado o que significa dizer que estamos vivendo sob a égide de uma democracia fajuta onde só tem direitos que tem poder.

       Se nada disso bastasse vem o Ministério Público Federal e não satisfeito pede a prisão preventiva do Muvuca ou sua internação compulsória. É a Lei do diabo que impera no Brasil? É imperioso que outra constituição seja escrita para ordenar o amontoado de erros que se verifica na cartilha escrita em 88 sob a tutela do senhor Ulisses Guimarães que a rigor por não atendem as necessidades da verdadeira cidadania que todos os brasileiros merecem gozar. A nosso ver cidadão no Brasil é só quem esta no poder! Pois não é?



Fonte: Ivaldo Lúcio



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